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Planos de saúde fazem rescisão unilateral e queixas sobem 31%
2d ago
Planos de saúde fazem rescisão unilateral e queixas sobem 31%
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta sexta-feira, (24/05/2024): Milhares de clientes de planos de saúde vêm recebendo, nos últimos meses, aviso de cancelamento unilateral de contratos. Em quase todos os casos, a justificativa é de que a carteira de clientes é deficitária e não pode ser mantida pela operadora. Há cancelamento de planos de pacientes em tratamento, situação considerada ilegal pelo Judiciário e questionada por órgãos de defesa do consumidor, que investigam casos. A maioria é de pacientes com autismo, mas há ainda casos de paralisia cerebral, crianças transplantadas, hemofílicos e mulheres com mais de 30 semanas de gestação. As queixas aumentaram 31%. As operadoras dizem atuar dentro da legalidade e destacam que os clientes têm direito a trocar de empresa sem carência. O cancelamento unilateral é permitido em contratos coletivos (empresariais ou por adesão).  E mais: Metrópole: Chuva volta e alaga novas áreas no Sul; Porto Alegre suspende aulas Política: Lula articula pacote bilionário para conter insatisfação dos municípios Economia: Mercado já projeta taxa Selic em 10,25% ao final do ano Esportes: Lucas Paquetá é denunciado por esquema de apostas Caderno 2: ‘O Pequeno Príncipe’ e seu autor inspiram mostra sensorial e imersivaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Tarcísio lança decreto para enxugar Estado; universidades escapam
3d ago
Tarcísio lança decreto para enxugar Estado; universidades escapam
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira, (23/05/2024): O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) publica hoje no Diário Oficial medidas com objetivo cortar despesas, melhorar o ambiente de negócios em SP e elevar investimentos. Uma das ações é a revisão de benefícios fiscais concedidos a empresas, que pode aumentar a arrecadação de R$ 15 bilhões a R$ 20 bilhões por ano. “É um decreto que mostra a direção que o Estado vai tomar”, disse Tarcísio. Parte das medidas precisará ser aprovada pela Assembleia Legislativa. As secretarias vão elaborar propostas que abrangem gastos com pessoal e renegociação da dívida com a União, além da extinção de órgãos públicos e economia com passagens aéreas e aluguéis de carros. O plano é válido para todos os órgãos do governo. As exceções são as universidades públicas estaduais (USP, Unicamp e Unesp) e a Fapesp, instituição de pesquisa. E mais: Metrópole: Famílias do campo perdem renda com enchentes no RS Política: Maioria da Câmara acha improvável aprovação de PEC que dá bônus a juiz Economia: Projeção do governo federal para déficit no ano vai a R$ 14,5 bi Internacional: Premiê britânico dissolve Parlamento e chama eleição para 4 de julho Esportes: Após paralisação por chuvas no RS, retorno do Brasileirão será em 1º de junhoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Toffoli anula todos atos da Lava Jato contra Marcelo Odebrecht
4d ago
Toffoli anula todos atos da Lava Jato contra Marcelo Odebrecht
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira, (22/05/2024): O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, declarou a “nulidade absoluta” de todos os processos e investigações contra o empresário Marcelo Odebrecht na Operação Lava Jato. A decisão, monocrática, afirma que houve “conluio processual” entre o então juiz Sérgio Moro e a força-tarefa de Curitiba e os direitos do empresário foram violados nas investigações e ações penais. “O que poderia e deveria ter sido feito na forma da lei para combater a corrupção foi realizado de maneira clandestina e ilegal”, justificou Toffoli. Réu confesso, Marcelo Odebrecht fechou acordo de colaboração com a força-tarefa de Curitiba e admitiu ter pago propinas a centenas de agentes públicos e políticos de diferentes partidos. Ele era presidente da construtora que leva o sobrenome da família quando a Lava Jato estourou em 2014 e prendeu os principais executivos do grupo. A defesa agora alega que o empresário foi forçado a assinar a delação.  E mais: Política: PF mira desvio de armas por CACs e PMs para ‘novo cangaço’ Metrópole: Depois da cheia, lixo acumulado e doenças Economia: Espaço extra no Orçamento abre brecha para desbloqueio de gastos Internacional: Morte de presidente põe regime do Irã em dilema de vetar ou não moderados Esportes: McLaren faz tributo a Senna em MônacoSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Morte de presidente do Irã, possível sucessor do aiatolá, abre dupla disputa de poder
5d ago
Morte de presidente do Irã, possível sucessor do aiatolá, abre dupla disputa de poder
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira, (21/05/2024): A agência estatal Irna afirmou ontem que uma falha técnica provocou a queda do helicóptero na qual morreu o presidente iraniano, Ebrahim Raisi, no domingo. O acidente abriu as discussões sobre a corrida pela sucessão não apenas da presidência, mas também da posição mais poderosa no país, a de líder supremo. Raisi era visto como possível sucessor do aiatolá Ali Khamenei, de 85 anos e saúde frágil. Eleições para presidente foram marcadas para 28 de junho. Os líderes do Irã estão envolvidos em um conflito regional com Israel e enfrentam agitação interna. Para analistas, a morte de Raisi deve desencadear disputa por poder político. Entre os possíveis candidatos a líder supremo estão o filho de Khamenei, Mojtaba, de 54 anos, e Alireza Arafi, de 67 anos, membro do grupo responsável por selecionar um novo líder. E mais: Metrópole: Mapeamento indica até 3 mil centros de saúde afetados pelo desastre Economia: Mercado passa a ver Selic a 10% no fim de 2024, mostra Focus Política: Dino dá aval a decisão do CNJ e mantém afastados magistrados da Lava Jato  Internacional: Procurador do TPI pede prisão de Netanyahu e líderes do Hamas Esportes: Com Rafael convocado, Jandrei vira solução  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Lei de Responsabilidade Fiscal chega aos 24 anos em xeque
6d ago
Lei de Responsabilidade Fiscal chega aos 24 anos em xeque
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira, (20/05/2024) Com sucessivos déficits nas contas públicas e aumento da dívida governamental, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que completou 24 anos neste mês, está em xeque. Após sua aprovação, em 2000, as contas ficaram no azul por 14 anos, mas entraram no vermelho em 2014 e desde então não voltaram a se equilibrar. Chamada de “AI-5 fiscal” na sua criação, a LRF obriga o poder público a cumprir metas fiscais e a manter o endividamento sob controle. Graças a ela, houve redução nas dívidas dos Estados e maior transparência nas despesas municipais. O governo federal, porém, gasta além do que arrecada e aumenta seu endividamento para cobrir o rombo, que chegou a R$ 230,5 bilhões em 2023. Em março, a dívida pública atingiu 75,7% do PIB. A meta é zerar o déficit em 2024 e 2025, mas ainda há tolerância para resultado negativo equivalente a 0,25% do PIB. E mais: Metrópole: Sem prazo para volta às aulas, escolas vivem ‘nova pandemia’ Economia: Pedidos de demissão no País batem recorde Política: Tentativas de regular ida de juízes a eventos foram barradas no CNJ Internacional: Helicóptero com presidente do Irã e seu chanceler cai em região remota  Esportes: Max Verstappen segura pressão de Norris no fim e vence em Ímola Caderno 2: O ‘romantismo incurável’ de Lenny KravitzSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Petrobras perde R$ 34 bi em valor após troca no comando
16-05-2024
Petrobras perde R$ 34 bi em valor após troca no comando
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira, (16/05/2024): Em um reflexo do receio dos investidores de maior interferência política na Petrobras após a troca no comando decidida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a estatal perdeu R$ 34 bilhões em valor de mercado. Para analistas, a escolha de Magda Chambriard para o lugar de Jean Paul Prates abre caminho para interferência mais direta do governo na petroleira em temas como preços de combustíveis e a retomada de projetos que não deram resultados em gestões anteriores do PT, como a recuperação do setor de estaleiros nacional. Segundo auxiliares do presidente, a escolha de Chambriard dará a Lula “comando e controle” sobre os rumos da maior empresa do País. Tratada como “petista histórica” no partido e no Palácio do Planalto, Chambriard defendeu bandeiras controversas no passado, como a exigência de conteúdo local na indústria do petróleo.  E mais: Economia: Prates vê demissão como ‘humilhante’ e avalia pedir sua desfiliação do PT Metrópole: Número de cidades em calamidade cai, mas 76 mil seguem desalojados Política: No RS, Lula anuncia ajuda federal aos gaúchos com tom de comício Esportes: CBF atende clubes e suspende Brasileirão por causa de crise no RS Internacional: Ultranacionalista pró-Rússia dá 5 tiros em premiê da EslováquiaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Piso de Saúde e Educação pode inviabilizar Orçamento em 2028
14-05-2024
Piso de Saúde e Educação pode inviabilizar Orçamento em 2028
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta terça-feira, 14/05/2024): Levantamento feito pelo Estadão com base em projeções do Ministério do Planejamento e Orçamento e no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PDLO) mostra que os gastos mínimos com Saúde e Educação exigidos pela Constituição podem tornar inexequível o Orçamento da União até 2028. As projeções indicam que os pisos de Saúde e Educação vão consumir todas as despesas não obrigatórias até 2028, comprometendo o dinheiro destinado ao custeio e ao investimento em outras áreas. Se as regras atuais forem mantidas, faltará dinheiro para programas como o Minha Casa, Minha Vida, a recuperação de rodovias federais, o pagamento do Auxílio Gás a famílias carentes, obras de saneamento básico, ações da Defesa Civil para prevenção de desastres e a manutenção dos órgãos federais. E mais: Economia: Tesouro tem estudos para mudar cálculo de piso de Saúde e Educação Metrópole: Lula quer fundo de R$ 11 bi, suspendendo dívida por três anos Política: Lula teria 46% dos votos, ante 40% de Tarcísio, em uma disputa ao Planalto Internacional: Arquivos secretos expõem estratégia do Hamas para espionar palestinos  Caderno 2: Brasil volta a concorrer à Palma de Ouro  See omnystudio.com/listener for privacy information.
Empresas sofrem perdas bilionárias com greves no setor público
13-05-2024
Empresas sofrem perdas bilionárias com greves no setor público
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta segunda-feira, 13/05/2024): Empresas de vários setores estão contabilizando perdas em razão de paralisações de carreiras ligadas ao setor público. Há 15 categorias do funcionalismo com movimentos, entre elas as ligadas à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), CGU (Controladoria Geral da União), Tesouro Nacional, Susep (Superintendência de Seguros Privados) e Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Por causa da paralisação no Ibama, no setor de petróleo, as perdas já ultrapassam R$ 2,2 bilhões. Há 120 dias, não há concessão de renovações e novas licenças ambientais de instalação e operação paras as empresas de petróleo e gás. Mineração e energia são outros setores afetados pela paralisação do Ibama. Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), há também 30 mil veículos importados aguardando liberação ambiental em portos.  …… ***RIO GRANDE DO SUL*** O Estado reativou o canal de doações do ano anterior para a conta SOS Rio Grande do Sul. A conta é vinculada ao Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). Os valores repassados por Pix ao CNPJ 92.958.800/0001-38 serão revertidos em apoio às vítimas e reconstrução da infraestrutura dos municípios.  E mais: Metrópole: Gestão da crise teve abrigo em área alagada, atrasos e dados errados Política: Ministros do STF vão a eventos no exterior ao menos duas vezes por mês Internacional: Após assumir novo mandato, Putin troca ministro da DefesaSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Com racha no Copom, BC reduz ritmo e Selic cai 0,25 ponto
09-05-2024
Com racha no Copom, BC reduz ritmo e Selic cai 0,25 ponto
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (09/05/2024): Por cinco votos a quatro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, de 10,75% para 10,50% ao ano. A decisão interrompeu um ciclo de seis cortes consecutivos de 0,50 ponto. Votaram pela redução de 0,25 pp os dirigentes mais antigos do BC: Roberto Campos Neto (presidente), Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes. Indicados no governo Lula, Gabriel Galípolo, Ailton de Aquino, Paulo Picchetti e Rodrigo Teixeira votaram por corte de 0,50 ponto. Galípolo é visto como favorito para assumir o comando do BC ao fim do mandato de Campos Neto, em dezembro. Em comunicado, o Copom atribuiu a decisão ao “ambiente externo”, que se mostra “mais adverso” por causa da política de juros dos EUA, e ao cenário doméstico, com expectativas sobre a inflação. E mais: Metrópole: Refugiados climáticos dormem em carros e ruas em Porto Alegre Economia: Com R$ 1,1 bi em dívidas, Coteminas apresenta pedido de recuperação Política: Governo negocia liberar máximo de emendas individuais ao Congresso Internacional: EUA suspenderam envio de bombas a Israel antes de operação em Rafah Esportes: Real Madrid vence Bayern e fará final com o Borussia DortmundSee omnystudio.com/listener for privacy information.
Congresso aproveita calamidade no RS para tentar ampliar gasto
08-05-2024
Congresso aproveita calamidade no RS para tentar ampliar gasto
No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quarta-feira (08/05/2024): Medidas para elevar despesas, liberar emendas para outros Estados e beneficiar setores para além do Rio Grande do Sul começaram a ganhar corpo no Congresso. Até a volta do auxílio emergencial para vítimas de desastres – não restrito às cheias no Sul – foi proposta. O auxílio seria parecido com o pago durante a pandemia de covid-19, que custou R$ 233,61 bilhões. Não há apoio do governo. Também foi apresentado projeto que prorroga o pagamento de crédito rural e anistia a dívida de pequenos produtores que tenham perdido a lavoura em todo o País. O Senado aprovou projeto que reconhece o estado de calamidade pública no RS e permite que os gastos com o socorro ao Estado fiquem fora da meta fiscal. O governo vai importar 1 milhão de toneladas de arroz para evitar especulação com o produto. E mais: Metrópole: Com decreto que acelera gastos com RS, Brasil já prevê importar arroz Economia: TJ-SP derruba liminar e votação sobre privatização da Sabesp é validada Política: GLO está sem repasses de verba desde dezembro Internacional: Israel controla passagem de Rafah; Hamas dá ultimato para soltar reféns Caderno 2: Um ano após sua morte, Rita Lee em fotos inéditasSee omnystudio.com/listener for privacy information.